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Mulheres já são maioria no Brasil. Agora querem transformar essa força em participação política.

  • Foto do escritor: George Medeiros
    George Medeiros
  • há 12 horas
  • 2 min de leitura
Movimento 52 nasce para mobilizar mulheres em todo o país e prepara caminhada em Brasília com expectativa de reunir mais de mil participantes./ Ana Ferola/ Divulgação
Movimento 52 nasce para mobilizar mulheres em todo o país e prepara caminhada em Brasília com expectativa de reunir mais de mil participantes./ Ana Ferola/ Divulgação


Movimento 52 nasce para mobilizar mulheres em todo o país e prepara caminhada em Brasília com expectativa de reunir mais de mil participantes.



Brasília (DF) – As mulheres representam 52,2% da população do Distrito Federal e são maioria do eleitorado brasileiro.


Ainda assim, permanecem sub-representadas nos espaços de decisão e, muitas vezes, têm sua autonomia política colocada em dúvida.



Foi dessa constatação que nasceu o Movimento 52, iniciativa idealizada pela empreendedora, terapeuta comportamental e líder de projetos voltados ao desenvolvimento humano, empreendedorismo feminino e fortalecimento das famílias, Ana Ferola, pré-candidata a deputada federal pelo Avante-DF.



O nome do movimento faz referência ao fato de que as mulheres já representam a maioria da sociedade e do eleitorado.


O desafio, agora, não é conquistar espaço numérico. É transformar essa maioria em voz, representação e participação nas decisões que moldam o futuro do país.



O lançamento do Movimento 52 ganhou repercussão após Ana Ferola publicar um vídeo nas redes sociais questionando uma narrativa ainda presente no ambiente político: a ideia de que a mulher decide seu voto influenciada pelo marido ou depende da validação masculina para fazer suas escolhas.



Para Ferola, esse pensamento não representa a mulher brasileira de hoje.


"Conheço mulheres que empreendem, administram empresas, sustentam famílias, lideram equipes, cuidam das suas comunidades e tomam decisões importantes todos os dias. Elas não precisam que alguém pense ou escolha por elas. Precisam apenas que sua voz seja respeitada."


Ana Ferola /Divulgação
Ana Ferola /Divulgação

Mais do que denunciar uma visão considerada ultrapassada sobre o papel feminino, o Movimento 52 propõe uma nova agenda de participação.


A iniciativa convida mulheres de diferentes histórias, profissões, crenças e posicionamentos a ocuparem espaços de liderança, diálogo e construção de soluções para o país, tendo como pilares o respeito, a responsabilidade, o empreendedorismo, o desenvolvimento humano, a valorização das famílias e a participação cidadã.



Segundo Ana Ferola, o movimento não nasce para promover disputas entre homens e mulheres.



"Pelo contrário. Homens e mulheres caminham melhor quando trabalham juntos. O que queremos é que as mulheres reconheçam a força que já possuem e participem, cada vez mais, das decisões que impactam suas famílias, seus negócios, suas cidades e o Brasil."



Como primeira grande mobilização pública, o Movimento 52 prepara uma caminhada em Brasília, em data a ser anunciada, com concentração na Torre de TV e percurso até a Esplanada dos Ministérios.


A expectativa é reunir mais de mil mulheres em um ato pacífico que simbolize o fortalecimento da participação feminina na vida pública.



A organização também prevê a realização de encontros, palestras, ações comunitárias e projetos voltados à formação de lideranças femininas, ao empreendedorismo, ao desenvolvimento humano e ao incentivo da participação cidadã.



Quem é Ana Ferola

Empreendedora, terapeuta comportamental e líder social, Ana Ferola desenvolve projetos voltados ao fortalecimento da liderança feminina, ao desenvolvimento humano, ao empreendedorismo e à valorização das famílias.


Sua atuação reúne mulheres em iniciativas de formação, diálogo e impacto social, experiência que agora leva para o debate público como pré-candidata à Câmara dos Deputados.

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