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Reforma tributária e seus impactos: quem se preparar já sai na frente

  • Foto do escritor: Vozes de Brasília
    Vozes de Brasília
  • 2 de jan.
  • 2 min de leitura
Sebastião Vitalino
Sebastião Vitalino

A reforma tributária brasileira entra em uma fase decisiva e impõe novos desafios ao setor produtivo e aos contribuintes.


Com mudanças estruturais profundas, o novo modelo promete simplificação, maior transparência e racionalidade na cobrança de tributos sobre o consumo.


Ao mesmo tempo, exige planejamento, adaptação tecnológica e revisão estratégica por parte das empresas.


Prazo estendido para adaptação às novas regras

A Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) anunciaram a prorrogação do prazo para que empresas e profissionais autônomos se adequem às novas exigências da reforma tributária.


O novo marco passa a ser 1º de abril de 2026, oferecendo um período adicional para ajustes operacionais, fiscais e tecnológicos. A medida busca reduzir riscos, evitar autuações e permitir uma transição mais segura ao novo sistema.

Cronograma de transição do IVA Dual e do Imposto Seletivo.


A reforma institui o chamado IVA Dual, composto pela Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal, e pelo IBS, gerido por estados e municípios.


O cronograma de transição será gradual, com coexistência dos tributos atuais e dos novos impostos até a completa substituição. Paralelamente, entra em vigor o Imposto Seletivo, voltado a produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, reforçando o caráter regulatório do sistema.

Adaptação de sistemas e mitigação de riscos fiscais.


Com o início da reforma, a atualização dos sistemas de ERP e das plataformas de emissão de documentos fiscais torna-se indispensável. Empresas precisarão garantir que seus softwares estejam preparados para novos layouts, regras de crédito tributário, alíquotas e obrigações acessórias.


A falta de adequação pode gerar inconsistências, passivos fiscais e prejuízos financeiros, tornando a tecnologia uma aliada estratégica nesse processo.

Preparação estratégica e revisão dos modelos de negócio.


Além da tecnologia, a reforma exige uma análise aprofundada da estrutura das empresas.


O mapeamento de receitas, custos e cadeias de insumos será essencial para avaliar impactos na carga tributária.


Também se impõe a revisão de cláusulas contratuais de reajuste, políticas de preços e modelos comerciais, garantindo alinhamento ao novo ambiente tributário.



Em síntese, a nova reforma tributária representa um momento de transformação.


Para empresas e contribuintes, o período de transição deve ser encarado como uma oportunidade de organização, conformidade e fortalecimento da gestão, pavimentando um caminho mais seguro e previsível para o futuro econômico do país.



Porém, tudo isso exige preparação imediata de empresas e empreendedores.

A questão real é: Você já está preparado para esse desafio?

1 comentário

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Sebastião Vitalino da Silva
02 de jan.
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Excelentes informações.

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