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Maior lote do projeto para salvar o BRB fica em área ambiental com mais de 100 nascentes e gera preocupação

  • Foto do escritor: Vozes de Brasília
    Vozes de Brasília
  • 5 de mar.
  • 2 min de leitura


O maior terreno incluído no projeto do Governo do Distrito Federal para reforçar financeiramente o Banco de Brasília (BRB) está localizado em uma área ambiental considerada estratégica para o equilíbrio hídrico da capital.


A região possui mais de 100 nascentes catalogadas, o que tem gerado preocupação entre entidades ambientais e especialistas.



De acordo com a reportagem do G1, o lote faz parte de um conjunto de imóveis públicos que poderão ser utilizados pelo governo como garantia ou fonte de recursos para fortalecer o patrimônio do banco.


O objetivo da proposta é ajudar a recompor as finanças da instituição.



A área que mais chama atenção no projeto fica na região conhecida como Serrinha do Paranoá.


O local possui cerca de 716 hectares e é considerado sensível do ponto de vista ambiental.


A região abriga núcleos rurais e concentra mais de 100 nascentes que contribuem para a formação de cursos d’água importantes para o abastecimento do Distrito Federal.



Entidades ambientalistas e movimentos sociais afirmam que a inclusão desse terreno no projeto representa um risco para a preservação ambiental da região.


Segundo esses grupos, a Serrinha desempenha papel essencial na manutenção do equilíbrio hídrico da capital e qualquer processo de ocupação ou exploração econômica poderia comprometer nascentes e ecossistemas do Cerrado.



Por outro lado, o governo defende que a proposta é uma medida necessária para fortalecer o banco e garantir a estabilidade financeira da instituição.


O projeto autoriza o uso de imóveis públicos como forma de ampliar o patrimônio do BRB ou servir de garantia para operações financeiras destinadas à recomposição de capital.



O tema tem mobilizado parlamentares, ambientalistas e representantes da sociedade civil, que pedem maior transparência sobre os impactos ambientais e urbanísticos da iniciativa.

Fonte: G1.

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