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Professores da UnB anunciam paralisação e convocam ato público em Brasília

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    Vozes de Brasília
  • há 21 horas
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Docentes organizam mobilização em defesa da manutenção da Unidade de Referência de Preços e contra mudanças na remuneração. | Crédito: Marina Flores/ADUnB
Docentes organizam mobilização em defesa da manutenção da Unidade de Referência de Preços e contra mudanças na remuneração. | Crédito: Marina Flores/ADUnB


Os professores da Universidade de Brasília (UnB) decidiram paralisar suas atividades na próxima quinta-feira, dia 30 de abril, em um movimento que inclui a suspensão de aulas e mobilizações na capital federal.



A paralisação foi aprovada em assembleia da categoria e integra uma agenda de protestos em defesa de direitos salariais e melhores condições de trabalho. Além da interrupção das atividades acadêmicas, os docentes convocaram um ato público na Esplanada dos Ministérios, com concentração prevista para o período da manhã.

Motivo da mobilização



O principal ponto de reivindicação envolve a chamada Unidade de Referência de Preços (URP), mecanismo incorporado historicamente aos salários da categoria. Os professores alegam que mudanças recentes têm reduzido o impacto real dos reajustes salariais, gerando perdas acumuladas ao longo do tempo.



Segundo representantes do movimento, as novas regras permitem a absorção de aumentos, o que comprometeria ganhos conquistados em negociações anteriores e afetaria diretamente a remuneração dos docentes.

Pressão por negociação



A mobilização tem como objetivo pressionar o governo federal a rever as medidas adotadas e retomar o diálogo com a categoria. Entre as demandas estão a manutenção integral da URP, a revisão de descontos aplicados a aposentados e a garantia de que alterações não prejudiquem progressões e promoções na carreira.



Impacto e mobilização

O movimento deve contar com a participação de professores, estudantes e apoiadores, ampliando a pressão política em Brasília.


A paralisação pode impactar o calendário acadêmico da universidade, dependendo da adesão dos docentes.

A expectativa é de que novas deliberações sejam tomadas após o ato público, podendo influenciar os rumos da mobilização nas próximas semanas.

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