Informalidade no DF é a segunda menor do país, aponta IBGE
- Vozes de Brasília

- 16 de mai.
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O Distrito Federal apresentou a segunda menor taxa de trabalhadores informais do Brasil no primeiro trimestre de 2026, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE. O índice reforça a tendência de maior formalização no mercado de trabalho da capital federal.
A taxa de informalidade no DF ficou em torno de 28%, atrás apenas de Santa Catarina. O resultado coloca a unidade da federação entre as que apresentam maior proporção de empregos com carteira assinada e vínculos formais.
O levantamento também indica crescimento no número de pessoas ocupadas, acompanhado pela queda no desemprego. Esse movimento tem sido impulsionado principalmente por setores como administração pública, saúde, educação e serviços, que concentram maior oferta de vagas formais.
Apesar do cenário positivo, a informalidade ainda atinge centenas de milhares de trabalhadores no DF. Entre os principais grupos estão empregados do setor privado sem carteira assinada e trabalhadores por conta própria sem registro como pessoa jurídica.
Outro ponto de atenção é o trabalho doméstico, que ainda apresenta alto índice de informalidade. Grande parte dos profissionais da área segue atuando sem carteira assinada, o que evidencia desafios históricos na formalização desse tipo de ocupação.
Especialistas avaliam que, embora os dados sejam positivos, ainda é necessário ampliar políticas públicas que incentivem a formalização, garantam direitos trabalhistas e promovam inclusão no mercado de trabalho.
Além disso, o Distrito Federal continua liderando o ranking nacional de rendimento médio, o que reforça sua posição como uma das regiões com melhores indicadores econômicos do país.




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