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Fim do voto para presos é aprovado e projeto segue para sanção presidencial

Foto do escritor: Vozes de Brasília
Vozes de Brasília
26 de fev.
1 min de leitura
Dois homens presos/ Getty images
Dois homens presos/ Getty images

Brasília — A Câmara dos Deputados aprovou o chamado PL Antifacção, projeto que endurece o combate ao crime organizado e inclui a proibição do voto para pessoas presas, inclusive em prisão provisória.


O texto agora segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


A proposta altera o Código Eleitoral ao retirar o direito de voto de detentos, medida que gerou forte debate no plenário.


Parlamentares favoráveis defendem que a mudança reforça a coerência do sistema penal e eleitoral brasileiro.




O relator da matéria, deputado Guilherme Derrite, argumentou que a proposta representa um avanço no enfrentamento ao crime organizado e corrige o que chamou de distorção no sistema eleitoral.



Principais pontos do projeto


Além da restrição ao voto, o PL Antifacção prevê:


1- Aumento de penas para integrantes e líderes de organizações criminosas;


2- Regras mais rígidas para progressão de regime;


Possibilidade de transferência obrigatória de líderes para presídios federais de segurança máxima;


Restrições a benefícios legais;

Medidas adicionais de controle e fiscalização dentro do sistema penitenciário.


O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o texto representa uma resposta firme do Legislativo ao avanço das facções criminosas no país.

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