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​Dicas para a Organização Documental e Fiscal com a Reforma Tributária

  • Foto do escritor: Vozes de Brasília
    Vozes de Brasília
  • 12 de jan.
  • 2 min de leitura


​A transição para a nova reforma tributária no Brasil já está em vigor para as empresas. Diante deste cenário, empresários e gestores devem aumentar o rigor na gestão documental e no controle das informações enviadas ao fisco. A transição para o modelo de CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) exige novas rotinas e padronizações essenciais para a apuração correta de tributos, aproveitamento de créditos e prevenção de multas.



​Diretrizes para Conformidade e Eficiência


  • Documentação e Créditos: É imprescindível possuir documentos fiscais válidos, autênticos e rastreáveis, pois a base do novo sistema é a não cumulatividade. Cada crédito tributário depende da comprovação formal da operação, exigindo organização rigorosa de notas fiscais e contratos.

 

  • Padronização de NF-e: As empresas precisam adequar seus sistemas de faturamento para emitir Notas Fiscais Eletrônicas com os novos códigos específicos da CBS e do IBS. Isso evita inconsistências e a perda (glosa) de créditos futuros.

 

  • Gestão de Fornecedores: O contribuinte passa a ser corresponsável pela regularidade de seus parceiros. Se um fornecedor emitir uma nota irregular, o Fisco pode desconsiderar o crédito, tornando essencial monitorar a idoneidade fiscal da cadeia de suprimentos.

 

  • Processos Internos: Deve-se criar uma política de conferência para documentos de entrada e saída, verificando alíquotas, códigos fiscais e dados cadastrais antes do registro contábil.

 

  • Tecnologia e Dados: A implantação de um repositório digital organizado facilita auditorias e atende às exigências de guarda documental. Além disso, é necessário revisar periodicamente os cadastros de clientes e fornecedores (CNPJs e CNAEs) para evitar erros sistêmicos.

 

  • Reconciliação Mensal: Manter uma rotina de conciliação de créditos identifica divergências e previne o acúmulo indevido de impostos, fortalecendo o controle financeiro.

 

Conclusão: A organização documental tornou-se uma estratégia de proteção patrimonial. Empresas que se anteciparem às exigências estarão preparadas para fiscalizações e poderão aproveitar melhor os benefícios do novo sistema.


Autor: Sebastião Vitalino da Silva (Administrador CRADF n° 023239).


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