top of page

Celina Leão muda logomarca do governo do DF; MP questiona se isso é permitido em ano eleitoral

  • Foto do escritor: Vozes de Brasília
    Vozes de Brasília
  • 30 de abr.
  • 2 min de leitura
Celina Leão muda logomarca do governo do DF; MP questiona se isso é permitido em ano eleitoral
Celina Leão muda logomarca do governo do DF; MP questiona se isso é permitido em ano eleitoral

A mudança na identidade visual do Governo do Distrito Federal, promovida pela governadora Celina Leão, passou a ser alvo de questionamentos do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que abriu análise para verificar a legalidade da medida em ano eleitoral.



A nova marca do GDF foi apresentada no fim de abril e trouxe alterações significativas nos elementos institucionais. O tradicional ipê amarelo foi substituído por um ipê roxo, acompanhado de um novo slogan: “coragem pra mudar, propósito pra cuidar”.


A mudança faz parte de um reposicionamento da comunicação do governo, segundo a própria gestão.



Diante da atualização, o Ministério Público encaminhou um ofício à Promotoria de Justiça Eleitoral solicitando avaliação técnica sobre a medida.


O principal ponto levantado é se a alteração da identidade visual, realizada com recursos públicos, pode configurar promoção pessoal da governadora em um período sensível do calendário eleitoral.



De acordo com o MPDFT, a legislação eleitoral impõe restrições à publicidade institucional em ano de eleições, especialmente quando há possibilidade de associação entre ações governamentais e a imagem de agentes públicos.


O órgão avalia se a nova marca pode influenciar a percepção do eleitorado ou gerar benefício político indireto.



Em resposta, o Governo do Distrito Federal sustenta que a mudança não rompe com a identidade histórica da capital, já que mantém o ipê como símbolo, ainda que com nova coloração. A governadora afirmou que a atualização representa um momento diferente da gestão, com foco em evolução, sensibilidade e continuidade administrativa.



Até o momento, a Promotoria Eleitoral ainda não apresentou conclusão sobre a legalidade da alteração. O caso segue em análise e pode abrir precedente sobre os limites da comunicação institucional em períodos eleitorais no Distrito Federal.

Comentários


bottom of page