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Interrupção de serviços públicos: presidente do BRB alerta para risco na bilhetagem e programas sociais

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    Vozes de Brasília
  • há 4 dias
  • 2 min de leitura

Sem autorização para uso de terrenos do GDF como garantia, banco afirma que sistema de transporte e repasses podem ser comprometidos


Presidente do BRB afirma que banco vai parar caso projeto de imóveis públicos não for aprovado - (crédito: Ed Alves/CB/DA Press)
Presidente do BRB afirma que banco vai parar caso projeto de imóveis públicos não for aprovado - (crédito: Ed Alves/CB/DA Press)

O presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson Antônio de Souza, afirmou que serviços públicos do Distrito Federal podem sofrer interrupções caso a Câmara Legislativa não aprove o projeto que autoriza o uso de terrenos do Governo do Distrito Federal (GDF) como garantia em operação financeira da instituição.



De acordo com o dirigente, entre os serviços que correm risco está o sistema de bilhetagem do transporte público, responsável pela gestão dos cartões utilizados em ônibus, metrô e BRT.


O banco assumiu a operação após mudanças na estrutura administrativa do setor e hoje desempenha papel central na arrecadação e na compensação financeira do sistema.



Além da bilhetagem, o presidente citou possíveis impactos no repasse de benefícios sociais, na operacionalização de pagamentos ligados à área da saúde — como medicamentos de alto custo — e em outros serviços que dependem da estrutura tecnológica e financeira do banco público.



A proposta em discussão prevê a utilização de imóveis do GDF como garantia para fortalecer a posição financeira do BRB. A medida, no entanto, enfrenta resistência entre parlamentares e técnicos da Câmara Legislativa, que questionam a segurança jurídica da operação e os riscos fiscais envolvidos.



O debate ocorre em meio a um cenário de pressão política e econômica, já que o banco tem participação estratégica na execução de políticas públicas distritais.


A eventual rejeição do projeto pode ampliar a instabilidade institucional e afetar diretamente milhares de usuários do transporte coletivo e beneficiários de programas governamentais.



A discussão segue no Legislativo, com expectativa de novos embates entre governo e oposição sobre a viabilidade e os impactos da proposta.


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