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Brasil manda cidadãos evitarem o Oriente Médio após escalada militar

  • Foto do escritor: Vozes de Brasília
    Vozes de Brasília
  • 28 de fev.
  • 2 min de leitura
Na imagem, míssil iraniano atingindo base dos EUA no Bahrein...
Na imagem, míssil iraniano atingindo base dos EUA no Bahrein...


O governo brasileiro reforçou neste sábado (28) as orientações de segurança para seus cidadãos diante da escalada da tensão no Oriente Médio, após uma operação militar envolvendo os Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã.


Em comunicado oficial, o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) recomendou que brasileiros evitem viagens à região e que aqueles que já se encontram em áreas consideradas de risco permaneçam em locais seguros.



Países sob alerta


O Itamaraty passou a não recomendar viagens para 11 países do Oriente Médio diante da possibilidade de agravamento do conflito. A lista inclui:

Irã

Israel

Catar

Kuwait

Emirados Árabes Unidos

Bahrein

Jordânia

Iraque

Líbano

Palestina

Síria


Para quem já está nesses territórios, a orientação é evitar deslocamentos desnecessários e seguir rigorosamente as recomendações das autoridades locais.


Orientações de segurança


Entre as recomendações divulgadas estão:

Permanecer em ambientes internos e protegidos, preferencialmente em locais sem janelas ou em áreas subterrâneas.

Manter portas e janelas fechadas.

Evitar aglomerações e deslocamentos sem necessidade.



Acompanhar comunicados oficiais das embaixadas e consulados brasileiros.



Manter contato atualizado com familiares no Brasil.


Crescente tensão internacional

A ofensiva militar elevou o nível de alerta em diversos países da região, com relatos de explosões e lançamentos de mísseis.


O cenário aumentou o temor de uma escalada mais ampla do conflito, envolvendo outros atores internacionais.

Além dos impactos diplomáticos, a crise já afeta o tráfego aéreo, com suspensão de voos e fechamento temporário de espaços aéreos, o que pode dificultar a saída de estrangeiros da região.



O Itamaraty informou que segue monitorando a situação por meio de suas representações diplomáticas e mantém canais consulares abertos para atendimento a brasileiros que necessitem de apoio.

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