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Novo leilão do Aeroporto de Brasília pode integrar quatro terminais em MS

  • Foto do escritor: Vozes de Brasília
    Vozes de Brasília
  • 9 de mar.
  • 2 min de leitura
Aeroporto Regional de Bonito é uma das principais portas de entrada para o turismo em Mato Grosso do Sul, conectando visitantes às belezas naturais da Serra da Bodoquena e do Pantanal.
Aeroporto Regional de Bonito é uma das principais portas de entrada para o turismo em Mato Grosso do Sul, conectando visitantes às belezas naturais da Serra da Bodoquena e do Pantanal.


O governo federal estuda realizar um novo leilão de concessão do Aeroporto Internacional de Brasília, que poderá incluir a administração de quatro aeroportos regionais de Mato Grosso do Sul no mesmo contrato.


A medida faz parte da estratégia para ampliar investimentos e garantir a sustentabilidade financeira de terminais menores.

Pelo modelo em análise, os aeroportos de Aeroporto Regional de Bonito, Aeroporto Regional Francisco de Matos Pereira, Aeroporto Internacional de Ponta Porã e Aeroporto Plínio Alarcom seriam integrados ao pacote da nova concessão do terminal da capital federal.


A ideia é utilizar a rentabilidade de um grande hub aéreo, como Brasília, para ajudar a manter e modernizar aeroportos regionais que possuem menor fluxo de passageiros.



O edital da concessão pode reunir também outros terminais aeroportuários localizados em estados como Goiás, Mato Grosso, Bahia e Paraná. Antes da publicação definitiva, o projeto ainda deverá passar por análise técnica dos órgãos de controle.



A expectativa é que o leilão seja realizado no segundo semestre de 2026.


O processo deve ocorrer no formato de venda assistida, modelo em que o governo acompanha a transição da gestão para um novo operador sem a necessidade de encerramento abrupto do contrato atual.



A atual concessionária responsável pela administração do aeroporto de Brasília desde 2012 deverá participar do processo e apresentar proposta na disputa. A empresa busca o reequilíbrio econômico do contrato e acompanha as discussões sobre o novo modelo de concessão.



Com a nova estrutura, o governo pretende atrair investidores e fortalecer a infraestrutura aeroportuária da região Centro-Oeste, ampliando a capacidade de operação tanto do aeroporto da capital federal quanto dos terminais regionais que precisam de novos investimentos para crescer.

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